E vamos começar a publicar aqui no blog do Homem-Grilo uma nova webcomics intitulada “Sem Necessidade de Defensores”, protagonizada pelo Cricket Rider, a cópia descarada do Kamen Rider (caso alguém ainda não tenha percebido).

Nesta história iremos conhecer a Cidade Alvo, um lugar que foi construído para ser destruído. Uma cidade que foi construída no centro do Brasil em um consórcio entre Japão-EUA-Brasil, justamente com o objetivo de receber os ataques de Invasores Alienígenas e Monstros Radioativos. A Cidade Alvo vive basicamente do turismo e da construção civil, que aliás, é bastante eficiente, já que sempre após um ataque, a cidade é rapidamente reconstruída pra receber o próximo ataque.

Com a enorme quantidade de ataques que a Cidade Alvo começou a receber, precisou ser criada uma organização para controlar e organizar esses ataques. Essa organização é a A.T.A.C.A. (Associação Terráquea de Administração e Controle de Ataques). A fila de espera de Monstros e Invasores Espaciais na A.T.A.C.A. para invadir a Cidade Alvo costuma ser bem alta.

O Cricket Rider é um dos protetores oficiais da cidade contratados pela outra organização que administra a Cidade Alvo, que é a D.E.F.E.N.D.E. (Departamento Estratégico da Força Especial para Neutralização, Defesa e Escape). Entre outros heróis que trabalham pra D.E.F.E.N.D.E. estão também o grupo sentai Power Troopers (o único grupo sentai em que o vermelho não é o lider).

Enfim, como já deve estar claro, assim como as histórias do Homem-Grilo são uma paródia aos quadrinhos de super-heróis norte-americanos, o Cricket Rider aponta a sua mira satírica para os japoneses e seus mangás e séries tokusatsus.

Então para os otakus, fica aqui a mesma dica que já deixei pros fanboys com relação ao Homem-Grilo. Não leve o Cricket Rider a sério. É apenas uma paródia, sem nenhuma pretensão maior além disso.

Mas se você quer levar o Cricket Rider a sério, ficando putinho com uma mera e insignificante história em quadrinhos, ao invés de gastar sua energia com outras coisas e aproveitar a vida, bem, o problema é seu. Eu tô cagando!